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		<title>Blog do Murilo Gitel</title>
		<link>http://ventanias.blog.terra.com.br</link>
		<description>Uma mistura de literatura e jornalismo.
Editor respons&#225;vel: Murilo Gitel - estudante de Comunica&#231;&#227;o Social com Jornalismo nas Faculdades Jorge Amado, estagi&#225;rio na TVE-BA e na Assessoria de Imprensa do Gal&#237;cia Esporte Clube.</description>
		<language>pt-BR</language>
		<docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
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			<title>O Blog est&#225; com outra cara, em novo endere&#231;o</title>
			<description>Acesse: http://murilogitel.blogspot.com
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			<link>http://ventanias.blog.terra.com.br/o_blog_esta_com_outra_cara_em_novo_ender</link>
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			<title>Meu primeiro livro</title>
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Meu primeiro livro j&#225; est&#225; no forno. Em parceria com o colega e amigo Alex Jordan - colunista aqui do Blog - a obra ser&#225; um perfil hist&#243;rico sobre Benjamim Ferreira de Souza, um dos baianos mais aguerridos durante o per&#237;odo da Ditadura Militar no Brasil, os chamados &#34;Anos de Chumbo&#34;, que durou de 1964 &#224; 1985. Trata-se tamb&#233;m de nossa Tese de Conclus&#227;o de Curso (TCC) na faculdade de jornalismo. Nos formaremos em julho de 2009 e publicaremos o livro, que contar&#225; com entrevistas reveladoras em rela&#231;&#227;o a tudo o que j&#225; foi escrito a respeito das duas d&#233;cadas de opress&#227;o promovida pelos militares, apoiados por diversos setores da sociedade, dentre os quais boa parte dos pr&#243;prios grupos de comunica&#231;&#227;o. &#201; mais um grande objetivo perto de ser concretizado. Ao mesmo tempo, empregamos o exerc&#237;cio do car&#225;ter do jornalismo j&#225; mencionado por Cl&#225;udio Abramo, no que diz respeito a colaborar com o desenvolvimento da sociedade, publicando um conte&#250;do de interesse p&#250;blico, que visa prolongar a mem&#243;ria sobre uma das p&#225;ginas mais delicadas da hist&#243;ria do Pa&#237;s. &#34;Os sonhos n&#227;o envelhecem&#34;. </description>
			<link>http://ventanias.blog.terra.com.br/meu_primeiro_livro</link>
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			<title>Hoje tem a coluna Eu mere&#231;o aqui no Blog!</title>
			<description>Arte gr&#225;fica: Zeca de Souza/TVE-Ba
Por Alex Jordan*
Meu cabelo sempre foi uma das coisas que mais chamam a aten&#231;&#227;o em mim, s&#243; perdendo para a minha magreza. Tenho tantas hist&#243;rias sobre minhas madeixas, quanto fios de cabelos, quer dizer, tinha... Quando crian&#231;a, meu cabelo sempre foi o &#8220;Black&#8221; a la Jackson Five. Nunca me causou nenhum problema. Talvez, esse tenha sido o motivo pelo qual sempre o deixei crescer. Quer dizer, tive um problema com ele sim, era gurizinho e peguei os famosos piolhos. Foi um terror. N&#227;o sei por que a equa&#231;&#227;o crian&#231;a + escola sempre tem como resultado os piolhos. Nem assim cortei o cabelo. Recordo-me de minha m&#227;e me xingando, passando o conhecido pente fino e se admirando com o tamanho dos bichos. A coceira que dava era insuport&#225;vel e denunciava o meu estado. Na primeira co&#231;ada j&#225; era dado o alerta vermelho. As demais pessoas corriam para um local seguro (um abrigo antia&#233;reo) e depois de muito tempo vinha minha m&#227;e com uma roupa anti-radia&#231;&#227;o e catava os piolhos. Em alguns momentos, ela me deixava sozinho para tomar um ar. Algumas vezes, cortava o cabelo e n&#227;o me acostumava com o fato de sentir a &#225;gua tocando a cabe&#231;a diretamente, era muito estranho. Outra coisa que se tornou o meu Transtorno Obsessivo Compulsivo (Toc) foi &#224; mania de passar a m&#227;o no cabelo, no sentido contr&#225;rio. Isso dava uma sensa&#231;&#227;o de espinho e sabe l&#225; o porqu&#234;, n&#227;o parava de fazer isso. Tive v&#225;rios anos de sess&#245;es em um psic&#243;logo para perder essa mania. Na verdade, n&#227;o gastaria dinheiro &#224; toa. Psic&#243;logo de pobre &#233; o melhor amigo. Ouve tudo meio sem saco e no final diz algo que j&#225; sabia. Li certa vez que conselho &#233; aquilo que voc&#234; pergunta, mas j&#225; sabe a resposta, mas n&#227;o quer ouvir. E no meu caso, bastaram algumas chineladas e adeus toc! Esse n&#227;o foi meu &#250;nico toc com rela&#231;&#227;o &#224; peruca, apelido que ganhei de uma menina de quatro anos que jurava que ele n&#227;o era real, quando comecei a usar tran&#231;as no cabelo e elas cobriam o meu rosto, dava uma jogada na cabe&#231;a para o lado entortando-a para a tran&#231;a sair do meu campo de vis&#227;o. Pouco tempo depois, parecia que eu estava fazendo um passo da coreografia de Thriller, de Michael Jackson. Sem perceber comecei a fazer esse gesto mesmo estando com o cabelo tran&#231;ado. Algumas pessoas confundiam o ato com um ataque epil&#233;tico. Uma vez encostei em uma &#225;rvore e a resina (sem sacanagem) grudou no meu cabelo. De in&#237;cio, pensaram que era chiclete, pois o tro&#231;o n&#227;o sai de jeito nenhum e disseram que eu teria que cortar o cabelo. N&#227;o tinha mais problemas com o fato de cort&#225;-lo, j&#225; que isso ajudava no processo de socializa&#231;&#227;o. Nessa &#233;poca passei a pentear o cabelo com uma &#8216;pata pata&#8217;, isso era o m&#225;ximo. Quando o cabelo crescia n&#227;o dava mais para usar o pente de nome engra&#231;ado e eu n&#227;o penteava mais. Depois de muitas tentativas, em um ato de loucura minha m&#227;e jogou azeite de dend&#234; no meu cabelo. Pensei que fritaria um acaraj&#233; em minha cabe&#231;a e a ofereceria a Ians&#227;, mas para minha surpresa a resina saiu, mas deixou o cheiro do azeite. Eparr&#234;i! Estudei com um colega que tinha muita habilidade com desenho. E o hobbie dele era fazer caricatura dos amigos de sala. O desenho que e retratava nem preciso dizer era um sujeito magro jogando v&#237;deo game e com um cabelo imenso, onde tudo saia dele, que nem o capit&#227;o caverna. A diferen&#231;a &#233; que os objetos que o Capit&#227;o Caverna guarda n&#227;o ficam a mostra. &#201;... Pouca coisa mudou daquela &#233;poca para hoje. Mas com certeza a hist&#243;ria que mais marcou minha vida com rela&#231;&#227;o a cabelo foi meu moicano. A cabeleira imensa e eu s&#243; esperando as aulas acabarem. Fui &#224; casa de um amigo e pedi para ele fazer este corte. Ao sair na rua com o cabelo raspado apenas dos lados, ouvia cada coisa, at&#233; de rastafari e Bin laden me chamavam (ele mesmo, o &#8220;terrorista&#8221; que ficou famoso depois dos atentados do dia 11 de setembro de 2001 e que em minha rua ganhou um corte radical). Agora, como eles sabiam que ele era adepto do moicano, uma vez que ele s&#243; aparece em p&#250;blico de turbante.? O resultado desse estilo foi uma expuls&#227;o de casa. Ainda me lembro meu pai mandando eu nem entrar e minha m&#227;e aos prantos, que solu&#231;ava perguntando a deus o que ela fez para merecer aquilo. Puxa, esqueceram de me avisar que cortar cabelo daquele jeito era crime com puni&#231;&#227;o de expuls&#227;o do conv&#237;vio familiar. A rea&#231;&#227;o foi bem pior do que a dos tempos de piolhos. Mas minha hist&#243;ria capilar est&#225; longe do fim. H&#225; quase seis anos que n&#227;o corto, devido ao choque que levei ao ver a foto da carteira de trabalho com a cabe&#231;a pelada. Pode parecer estranho, mas o que mais me fez sentir negro n&#227;o foi o meu tom de pele, mas o meu cabelo. Ao acordar e v&#234;-lo bem para cima com cara de sono eu percebo que aquilo &#233; uma das maiores caracter&#237;sticas de uma das minhas etnias. O &#250;ltimo fato relacionado a ele foi quando minha irm&#227; me aconselhou a passar uma tal de Guanidina no cabelo para retirar o volume. Ca&#237; na besteira e comprei o tal produto que vinha com um s&#237;mbolo da radioatividade estampado no pote. Realmente reduziu o volume, ficou f&#225;cil de pentear (o que sempre foi o meu problema e coisa que nunca fiz durante a inf&#226;ncia). Depois, trancei e neste final de semana resolvi tirar as tran&#231;as. O cabelo quebrou todo e metade dele saiu como um sujeito com c&#226;ncer. Resultado: realmente o produto reduziu o volume, mas n&#227;o da maneira que eu gostaria. Vou encerrar essa hist&#243;ria por aqui ou esse texto vai ficar maior do que os fios de cabelo que restaram em minha cabe&#231;a. 
Fale com o Alex: revolucionario341@hotmail.com
*Alex Jordan tem 22 anos e &#233; estudante de Comunica&#231;&#227;o Social com Habilita&#231;&#227;o em Jornalismo no Centro Universit&#225;rio Jorge Amado, em Salvador-Ba. Colabora semanalmente com o Blog desde 2007.</description>
			<link>http://ventanias.blog.terra.com.br/hoje_tem_a_coluna_eu_mereco_aqui_no_blog</link>
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			<title>Meu primeiro filme</title>
			<description>Caboclo pediu, Alab&#234; tocou acaba de ser finalizado. Este &#233; o meu primeiro filme. Trata-se de um document&#225;rio concebido inicialmente para ser um trabalho acad&#234;mico, mas que ganhou ares f&#237;lmicos gra&#231;as ao profissionalismo da colega e&#160;editora Daiane Sales. As imagens registram uma sess&#227;o de caboclos - entidades espirituais ind&#237;genas e sertanejas, realizada no primeiro semestre deste ano, no terreiro de Candombl&#233; Il&#234; Ax&#233; Teodomin (Na&#231;&#227;o Ketu), na localidade de S&#227;o Jo&#227;o do Cabrito, bairro de Plataforma, Sub&#250;rbio Ferrovi&#225;rio de Salvador.
Al&#233;m da dire&#231;&#227;o do curta, o blogueiro atuou como rep&#243;rter cinematogr&#225;fico. Mas o trabalho n&#227;o existiria sem uma equipe competente formada pelos tamb&#233;m futuros jornalistas Alex Jordan (colunista do Blog), Clara Corr&#234;a, Daiane Sales, Michelle Brazil e Uilton Concei&#231;&#227;o.
O principal objetivo de Caboclo pediu, Alab&#234; tocou &#233; tornar p&#250;blica a import&#226;ncia dos alab&#234;s nos rituais do Candombl&#233;. Eles s&#227;o os respons&#225;veis pelos toques de atabaques e todos os demais instrumentos musicais que tenham a capacidade de evocar Orix&#225;s, Caboclos, Eguns e todos os demais guias. &#201; a rela&#231;&#227;o destes toques com os pontos cantados, somados com o ritual em si que formam o foco do nosso doc. 
Numa cidade formada por mais de 80% de negros, atr&#225;s em todo o mundo apenas de Lagos-NIG &#233; curioso que a ignor&#226;ncia reine quando o assunto s&#227;o os rituais oriundos da ancestralidade do continente africano. Pelo menos nos &#250;ltimos tr&#234;s s&#233;culos t&#234;m sido assim. O homem branco demoniza os cultos dedicados aos deuses da &#193;frica e as igrejas cat&#243;licas e pentecostais povoam o imagin&#225;rio de crentes alienados por meio de mitifica&#231;&#245;es segregadoras, em se tratando de S&#233;culo XXI.
Da&#237; a import&#226;ncia da obra. Um muito obrigado bem especial ao Babalorix&#225; Jo&#227;o Carlos Ferreira, ao alab&#234; Ant&#244;nio (Pai Grilo), ao caboclo Raio de Sol, ao Centro de Estudos Afro-Orientais (Ceao)&#160;da Universidade Federal da Bahia (Ufba), ao cineasta e professor Serafim Corr&#234;a, &#160;aos frequentadores do terreiro Il&#234; Ax&#233; Teodomin, moradores do bairro de Plataforma e ao curso de Comunica&#231;&#227;o Social do Centro Universit&#225;rio Jorge Amado, na figura do coordenador Bernardo Carvalho.
Em breve no Youtube!</description>
			<link>http://ventanias.blog.terra.com.br/meu_primeiro_filme</link>
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			<title>Superintend&#234;ncia de Empurr&#245;es e Tapas (SET)</title>
			<description>As imagens registradas atrav&#233;s de um celular de um cinegrafista amador chocam. Era um ponto nem t&#227;o movimentado de Salvador. Era uma blitz de agentes da Superintend&#234;ncia de Engenharia e Tr&#225;fego (SET) na noite desta quarta-feira, 30. Era um cidad&#227;o como n&#243;s, pagador de impostos, sendo agredido aos empurr&#245;es e tapas por autoridades que deveriam orient&#225;-lo, quem sabe mult&#225;-lo, caso estivesse infringindo alguma lei do C&#243;digo Brasileiro de Tr&#226;nsito.
Nada justifica tamanha viol&#234;ncia. Independentemente do que aquele motorista tenha falado aos agentes/bandidos/covardes/selvagens (e ao que parece sequer os ofendeu), as atitudes que vimos nos principais telejornais da capital baiana por parte dos funcion&#225;rios de um &#243;rg&#227;o p&#250;blico municipal s&#227;o aterradoras. A que ponto n&#243;s chegamos. N&#243;s, que nos julgamos civilizados...
Em nota divulgada no in&#237;cio da tarde desta quinta-feira, 31, a SET informou que ir&#225; abrir uma sindic&#226;ncia para apurar o que foi que aconteceu, de fato, naquela abordagem infeliz de ontem &#224; noite.&#180;
E &#233; bom que identifique os agressores, que eles sejam demitidos e entregues &#224; pol&#237;cia, indenizando a v&#237;tima, se n&#227;o quiser que passemos a cham&#225;-la de Superintend&#234;ncia de Empurr&#245;es e Tapas.</description>
			<link>http://ventanias.blog.terra.com.br/superintendencia_de_empurroes_e_tapas_se</link>
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